terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Segunda Divisão Paranaense só no segundo semestre

No dia 20 de dezembro, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) divulgou o calendário de competições para a temporada de 2014.

Será ano de Copa do Mundo no Brasil, e por isso as federações estaduais precisarão adequar seus torneios.

A Segunda Divisão Paranaense, da qual participa o Foz do Iguaçu Futebol Clube, inicia no dia 20 de julho, depois da Copa. Seu término está previsto para 19 de outubro.

A decisão contraria o desejo da diretoria iguaçuense, que gostaria de começar a competição já no primeiro semestre.

Mesmo assim, o clube segue trabalhando. Recentemente renovou a parceria com o Coritiba por mais cinco anos, com o clube da capital emprestando jogadores para atuarem no "Azulão da Fronteira". Uma mescla de jogadores da base com atletas experientes deverá formar o elenco do Foz.

Após fazer uma das piores campanhas em 2013, quando quase foi rebaixado à Terceira Divisão, o presidente do Foz FC, Arif Osman, pretende dar a última palavra sobre a escolha do treinador. Na visão dele, a falta de um nome referência na Divisão de Acesso foi fator determinante para o mau desempenho.

Entre os possíveis treinadores para 2014 estão Carlos Nunes (com passagem em 2010), Lio Evaristo e, o mais cotado, o polêmico Claudemir Sturion.

É ano de centenário em Foz do Iguaçu e uma classificação à 1ª Divisão estadual seria o presente ideal. Resta aguardar pelo segundo semestre.

Volto mais tarde para falar sobre a ausência de um calendário decente para os clubes do interior do Paraná.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Coreia do Sul treinará em Foz do Iguaçu para a Copa do Mundo




A Coreia do Sul vai mesmo ficar em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, durante a Copa do Mundo de futebol. 

A seleção asiática, que já vinha sendo especulada pelo trade turístico, decidiu acrescentar um local para treinamentos que não foi aprovado pela FIFA, o Estádio do ABC.

Para tanto, reformas estão sendo feitas no local, bancadas pela Itaipu Binacional e o Fundo Iguaçu, a pedido da federação sul-coreana. Entre as obras de melhorias, estão os vestiários do mandante e visitante, banco de reservas, arquibancadas, setor de cadeiras e cabines de imprensa.

Atualização do Blog em itálico às 20h25: mais tarde o presidente do Fundo Iguaçu, Gilmar Piolla, também explicou que no sábado (4) foi concluído os trabalhos de recuperação do gramado, no campo do ABC, junto com uma empresa especializada vinda de São Paulo. Ainda segundo Piolla, a delegação sul-coreana quer um local para treinamentos e até realização de jogos, enquanto o Estádio Pedro Basso não ficar pronto, o que deve ocorrer em março. A partir de agora, obras no "Campo do Flamenguinho", como também é conhecido, entrarão em um ritmo mais acelerado, com a montagem da estrutura de drenagem do campo, estrutura de iluminação, vestiários, academia, fisioterapia, entre outras. 

No dia 14 de janeiro, representantes da Coreia do Sul voltarão a Foz para avaliar o andamento das obras, tanto no ABC, quanto no Pedro Basso. A seleção ainda não confirmou Foz do Iguaçu como base, mas o blog segue afirmando que virá.

Ainda não se sabe em qual hotel a delegação da Coreia do Sul ficará hospedada. Se optar pelo Iguassu Golf Resort, o local possui um campo de treinamento que a princípio foi aprovado pela FIFA, mas os gestores do hotel decidiram não fazer as reformas necessárias. Mesmo assim, o local sempre é utilizado pelo Coritiba e Foz Futebol Clube na pré-temporada.. 

A Rússia também era cogitada para treinar em Foz do Iguaçu, mas escolheu a cidade de Itu, no interior paulista. 

Ainda restam nove seleções que não definiram onde treinarão na Copa de 2014.

São elas: Colômbia, Grécia, EUA, Gana, Bélgica, Argélia, Uruguai, Costa do Marfim e Camarões.

A Coreia do Sul está no grupo H, ao lado de Bélgica, Argélia e Rússia. A estreia do time asiático acontece no dia 17 de junho, contra os russos, na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT). Na primeira fase o time joga também contra a Argélia, no dia 22/06, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O último jogo, pelo menos na primeira fase, será contra a Bélgica, no dia 26/06, na Arena Corinthians, em São Paulo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O futebol perdeu

É indiscutível que a Portuguesa errou. Um erro tolo, é verdade, mas como tal, deveria ser punida.

O que se discute, é a forma da punição. Poderia ser multa, ou perda apenas dos pontos do jogo que disputou, ou começar o próximo campeonato com pontos negativos.

Por mais que seja a regra, a perda de quatro pontos no Campeonato Brasileiro, culminando com o rebaixamento para a Série B do ano que vem, foi completamente desproporcional ao equívoco lusitano.

Juca Kfouri compara o mesmo a condenar um ladrão de pão à prisão perpétua. Eu já acho que foi o mesmo que sentenciar um ladrão de galinha à pena de morte.

Cada caso é um caso. Mesmo que não se discuta se o clube agiu de má fé ou não, a atuação do meia Héverton, pivô de toda a confusão, por estar suspenso e ter entrado no segundo tempo contra o Grêmio, foi irrelevante. Jogou no máximo 15 minutos e mal tocou na bola. 

Não marcou gol, não decidiu campeonato. Apenas entrou por equívoco da diretoria e comissão técnica. Para eles, Héverton teria pego apenas um jogo de suspensão, cumprido diante da Ponte Preta, na penúltima rodada. O problema é que na sexta-feira, dia 6, houve o julgamento do STJD, condenando o jogador a pegar dois jogos de suspensão, que daria na 38ª e última rodada. A Portuguesa alegou que não foi comunicada pelo advogado, e que a CBF publicou a sentença somente na segunda-feira (9), dia seguinte ao jogo.

Para começo de conversa, não deveria nem existir o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O que menos ocorreu no Rio de Janeiro, foi um julgamento. Por mais brilhante que fosse a defesa da Portuguesa, o que não foi, de nada adiantaria, uma vez que a decisão já estava tomada por unanimidade.

Tomando por exemplo a Europa, lá se sabe a punição que o jogador pegará pelos cartões. Três amarelos, um jogo de suspensão. Dois amarelos e consequente vermelho no jogo, dois jogos. Vermelho direto, três partidas fora. E o resultado é colocado imediatamente no site da federação local. Um modelo simples, transparente e sem o teatro do STJD.

No meio disso tudo, mais uma vez o Fluminense é beneficiado e consegue escapar da Série B. Vale ressaltar que desta vez não se pode caracterizar como "virada de mesa", uma vez que o erro foi todo da Portuguesa, que irá recorrer ao pleno do STJD e, se necessário, à Justiça Comum. 

Apesar de o Tricolor das Laranjeiras dizer que nada tinha a ver com a história, mandou um advogado por ser parte interessada no caso. E o advogado se mostrou bastante motivado.

Os engravatados do STJD conseguiram fazer com que o Fluminense passe a ser, em 2014, mais odiado do que o Corinthians. Por cada canto em que o Tricolor das Laranjeiras for jogar, será vaiado pela torcida adversária. Algo que poderia ser evitado, se fosse mantido o resultado dentro de campo.

É claro que patrocinadores, dirigentes, TV, possuem muito mais interesse em ver o Fluminense na Primeira Divisão do que a Portuguesa. Torcida maior, com jogadores conhecidos e outras vantagens. E partiu da CBF, a pergunta ao STJD, se Héverton atuava com efeito suspensivo. Não fosse isso, o caso poderia ter passado batido.

Foi a CBF, também, quem convidou o Fluminense a disputar a Copa João Havelange em 2000, quando o time carioca deveria disputar a Série B. E os demais clubes concordaram, pois assinaram o regulamento da época. Mas nada dessas explicações adianta. Para o torcedor, o Fluminense será sempre o time do Tapetão, e essa marca será difícil de apagar.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Até quando?



As cenas de violência protagonizadas pelas torcidas de Atlético Paranaense e Vasco da Gama no domingo (8), em Joinville-SC, impressionaram a todos que gostam de futebol e se preocupam única e exclusivamente com o esporte. 

A grande pergunta que muitos se fazem no momento é: "como acabar com as brigas nos estádios?".

É notório que o caso passa a ser de segurança pública, portanto sai completamente da esfera esportiva e precisa ser tratada pelos órgãos competentes, entre eles Polícias, Ministério Público, poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A impunidade para estes casos no Brasil torna-se a grande motivação para que "torcedores" - muitas vezes os mesmos - entrem em conflito nos estádios e arredores. Os envolvidos são presos, mas passam pouco tempo na prisão, logo são soltos e conseguem assistir novamente a jogos de futebol ou qualquer outro esporte. Não há um controle, cadastro ou registro destes marginais.

Sempre que um novo caso vem à tona, políticos dão entrevistas cheios de ideias para mudar a situação. Ideias estas que ficam no papel.

A falta de policiais militares dentro da Arena Joinville contribuiu para o excesso de violência, mas nada garante que a presença deles inibisse os briguentos. No mundo ideal, eventos esportivos particulares, shows, enfim, deveriam ter apenas segurança privada. Há muito mais necessidade de policiamento fora destes locais. Dentro dos estádios e arenas, quem organiza o espetáculo, que garanta a segurança com uma equipe bem treinada. O problema é que o Brasil ainda não está preparado para isso. Tudo graças a uma minoria de bandidos infiltrados não apenas em torcidas organizadas, mas entre torcedores comuns também.

São pessoas violentas que provavelmente sofrem um sério distúrbio mental, e veem no futebol uma válvula de escape para poder aflorar esse sentimento de raiva. Gente como essa, certamente não briga apenas em estádios. Arranja confusão em festas, bares, restaurantes, em qualquer lugar. O futebol não é o culpado como alguns podem pensar. Ele, como esporte, talvez seja a melhor invenção do homem. Proporciona emoções, alegrias, lazer. A violência é outra coisa.

E não são apenas as torcidas que mereçam ser punidas. Os clubes também são responsáveis, uma vez que dirigentes financiam e até doam ingressos para este setor. E apenas perda de mando de campo não adianta. O próprio Atlético estava cumprindo punição e por isso precisou jogar no estado catarinense. É preciso algo mais. Talvez a exclusão de campeonatos por 1, 2, 5 anos, que seja.

Em meados dos anos 80, todos os clubes ingleses ficaram proibidos de disputar torneios da UEFA por cinco anos, após torcedores do Liverpool terem participado do confronto com torcedores da Juventus-ITA, na final da Copa dos Campeões da Europa de 1985, disputada no estádio de Heysel, na Bélgica. Ao todo, 38 pessoas morreram no que ficou conhecida como "Tragédia de Heysel". De lá para cá, os casos de violência envolvendo torcedores ingleses não acabaram - imbecis sempre existirão - mas diminuíram drasticamente.

Medidas radicais como estas podem não acabar 100% com a violência, no entanto, algo deve ser tentado o quanto antes. Embora acredito haver diferenças entre torcedores de clubes e de seleções, é importante ter o máximo de medidas de segurança possíveis, às vésperas da segunda Copa do Mundo no Brasil.

Foto: Folhapress

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Definidas as 32 seleções da Copa do Mundo 2014



Com a classificação do Uruguai na noite desta quarta-feira (20/11), a Copa do Mundo de 2014 terá, pela segunda edição consecutiva, todos os campeões mundiais garantidos no torneio. O sorteio dos grupos que vai definir os confrontos, com seus locais e horários marcados, acontece no dia 6 de dezembro, na Costa do Sauípe, na Bahia.

As 32 seleções ficaram assim definidas, por continente:

América do Sul: Brasil (país-sede), Argentina, Colômbia, Chile, Equador e Uruguai.

América do Norte e Central: EUA, Honduras, Costa Rica e México.

África: Nigéria, Costa do Marfim, Camarões, Gana e Argélia.

Ásia: Irã, Japão, Coreia do Sul e Austrália (sim, Austrália fica na Oceania, mas sua seleção agora é filiada à federação asiática).

Europa: Espanha, Alemanha, Itália, Suíça, Bósnia-Herzegovina, Bélgica, Rússia, Holanda,  Inglaterra, Portugal, França, Croácia e Grécia.

Os favoritos ao título são quase os mesmos apontados a cada nova Copa do Mundo, pela crônica esportiva internacional. Obviamente o Brasil, pela tradição e, principalmente, por jogar em casa e com o apoio da torcida. A atual campeã, Espanha, além de Alemanha, Itália (que não vive uma boa fase, mas merece respeito) e Argentina.

Quanto aos azarões, esses tem aos montes. Apenas uma seleção vai estrear em Copas do Mundo desta vez, é a Bósnia-Herzegovina, que participará pela primeira vez como nação independente.

Agora é só aguardar o sorteio dos grupos, onde os cabeças de chave são Brasil, Espanha, Alemanha, Argentina, Uruguai, Colômbia, Bélgica e Suíça. Depois, é aguentar até o dia 12 de junho de 2014, data da partida de abertura do principal torneio de futebol do planeta. Enquanto isso, ficamos na torcida para que os estádios, que custaram fortunas, fiquem prontos a tempo. Além, claro, de outras obras necessárias, como transporte, aeroportos, planejamento urbano nos arredores dos estádios, segurança, hospedagem e muito mais.

domingo, 4 de agosto de 2013

O texto censurado

Antes de começar a ler o texto abaixo, cabe uma explicação. Ele foi originalmente publicado no portal de notícias Clickfoz na quarta-feira (31/07). Trata-se da fantástica história de dona Aida Gemaque Mendes, de 103 anos, que veio de Macapá (AP) a Foz do Iguaçu para saltar de paraquedas pela terceira vez na vida. O primeiro salto foi com 100 anos de idade.

No entanto, a reportagem precisou ser retirada do ar na quinta-feira, dia 1º de agosto, a pedido da empresa que realizou o salto, a Skydive. A mesma empresa que quando surgiu na cidade, mandou releases à imprensa, na busca de divulgar seus serviços prestados. O que levou a Skydive a pedir a retirada da matéria do ar? Simples, era "exclusiva da Rede Globo". 

A grande emissora de televisão estava ameaçando não fazer a reportagem, prometida para ir ao ar em rede nacional no Esporte Espetacular. E isso não aconteceria caso a história fosse conhecida em outro meio de comunicação. Temendo que isso pudesse comprometer o salto de dona Aida, o texto foi tirado do ar. Afinal, não queríamos estragar o sonho dessa corajosa mulher.

Como jornalista, fiquei profundamente decepcionado com as atitudes, da tal empresa (que aliás, não cobra barato para saltar de paraquedas) e da "poderosa" Globo. Em pleno século XXI ainda acreditam nessa besteira de exclusividade? Oras, matéria exclusiva para mim é aquela que requer meses de apuração, investigação e revelam denúncias contra políticos, prefeituras, flagrantes de irregularidades na sociedade, alerta para as autoridades, utilidade pública.

Agora, exclusividade sobre algo que ainda iria acontecer, algo que não mudaria em nada o dia a dia na vida das pessoas que lessem ou assistissem a matéria, exceto nas personagens principais, no caso a dona Aida. Isso para mim não é exclusividade, é censura. E não dá para aceitar calado. Evidente que os telespectadores que assistirão a reportagem na Globo, não farão nem ideia de que a história surgiu primeiramente no Clickfoz. Até porque, apesar do portal ter um grande número de leitores em Foz do Iguaçu, fora da cidade e ainda do Paraná, é praticamente insignificante, encontrado apenas através de buscas no Google. Mais um motivo para não terem tomado aquela atitude desnecessária.

Já falei demais sobre o assunto, desabafei sobre algo chato que volta e meia acontece na profissão. Espero que curtam o texto na íntegra e se inspirem na história da vovó Aida Gemaque Mendes.

Mulher de 103 anos vai saltar de paraquedas em Foz do Iguaçu

Será o terceiro salto depois do centésimo aniversário de Aida Gemaque Mendes, moradora de Macapá (AP)

Pense rápido: o que você faria se estivesse perto de completar 104 anos? A pergunta inesperada pode ter várias respostas, talvez poucos saibam responder por não imaginarem um dia chegar a tal idade, mas certamente nada do que você pensou será algo parecido com o que a vovó Aida Gemaque Mendes fará em Foz do Iguaçu.

Eu não resisti e tietei a vovó Aida

Essa simpática senhora que, verdade seja dita, ainda tem 103 (fará 104 em 20 de novembro), vai saltar de paraquedas, tendo como cenário a usina de Itaipu, o Rio Paraná, o Paraguai, um pouco das Cataratas e tudo aquilo que seus olhos puderem alcançar nos poucos minutos de salto.

Não, não será a primeira queda da corajosa Aida. Ela, que nasceu em Chaves (PA) e mora há mais de 50 anos em Macapá (AP), vai para o seu terceiro salto. Começou a vida de paraquedista aos cem anos. Com 101 saltou pela segunda vez. Esporte sempre foi uma rotina na vida de Aida. Para manter a circulação do sangue e os movimentos do corpo em dia, pratica natação, corrida, joga bola na piscina, enfim, tendo atividade física, dona Aida participa.

“Sempre gostei de esportes e tinha o sonho de saltar de paraquedas. Agora, poderei saltar aqui em Foz também”, comemora. Ela está na cidade acompanhada do neto, Josivaldo, de 31 anos. Além dele, dona Aida tem mais 11 netos, 12 bisnetos e de cinco filhos, apenas dois estão vivos.

“Eu descobri por acaso que o sonho da minha avó era saltar de paraquedas. O instrutor que saltou com ela, o Paulo Roberto (conhecido como PG), entrou em contato com o Rodrigo Pedroso, gerente da Skydive, e na hora ele se interessou em trazer minha avó para saltar aqui em Foz do Iguaçu”, comenta o neto.

O salto acontecerá no sábado (3), entre as 11h e 13h, horários considerados os melhores para a atividade. E a previsão do tempo promete boas condições climáticas, apropriadas para pular de paraquedas. Os cuidados que dona Aida precisará ter para realizar mais este sonho, são os mesmos que outras pessoas teriam. “Claro que teremos um carinho especial com ela, por conta da idade, mas os cuidados são basicamente os mesmos. Mediremos a pressão dela antes, para saber se a saúde está boa e aí é só pular do avião”, brinca o gerente da Skydive, Rodrigo Pedroso.

Coragem não será problema para dona Aida. É torcer para que o tempo colabore. E após o feito, a família tentará registrar no Guinness Book, o livro dos recordes.

Foto: Letícia Lichacovski / Clickfoz

sábado, 29 de junho de 2013

Começar de novo...



A temporada 2013 do futebol profissional acabou neste sábado, 29 de junho, para o Foz do Iguaçu Futebol Clube. E não foi da maneira que a diretoria esperava. Muito menos o torcedor.

No ano em que uma parceria com o Coritiba finalmente foi feita, após a terceira passagem do clube da capital em pré-temporada na cidade, uma das piores campanhas do chamado "Azulão da Fronteira", que já não mete medo nos adversários há um bom tempo.

Do sonho de retornar à Primeira Divisão, ao drama de lutar contra o rebaixamento para a Terceira Divisão estadual.

Foram apenas nove partidas na primeira fase. Três vitórias, um empate e cinco derrotas. Aproveitamento de 37%. Terminou na oitava posição, com dez pontos, empatado com o Roma de Apucarana. Só não caiu porque teve uma vitória a mais e este era o primeiro critério de desempate. 

Caíram Roma de Apucarana e o tradicional Grêmio Maringá.

A parceria com o Coxa, onde vieram jogadores e comissão técnica, vale por três anos. O primeiro já foi desperdiçado, já que o objetivo de subir não foi alcançado. Restam mais dois. Financeiramente ela é boa para o clube iguaçuense, uma vez que o Coritiba paga integralmente os salários dos jogadores emprestados.

É lógico que a partir do momento que a situação não sai como o esperado, algo precisa ser revisto. Quase todo um planejamento foi jogado no lixo, com a real possibilidade de queda para a Terceira Divisão. Caso isso tivesse acontecido, o Foz só poderia voltar a sonhar com a Primeira Divisão em 2016.

O presidente do Foz, Arif Osman, admite que o maior erro foi não ter apostado em um treinador que já tenha passado pela Divisão de Acesso antes, que conheça os atalhos dessa difícil competição, de jogo feio e futebol de várzea.

Nada contra o ex-auxiliar do Coritiba, Edison Borges, que é uma grande pessoa e dentro de sua filosofia de trabalho mostrou ser um bom profissional. Só que dentro de campo os resultados não apareceram. Os atletas não cumpriram o que era combinado nos treinamentos.

Carlos Nunes, por exemplo, era o nome ideal para essa tarefa. Por já ter tido uma passagem de bom aproveitamento no Foz FC em 2010, mas que estava como auxiliar-técnico.

Em relação aos jogadores, muito jovens. Média de 21 anos. Apenas na reta final do campeonato vieram jogadores mais experientes, como Negreiros, com passagens pelo Flamengo, Coritiba e Criciúma. Tarde demais para resolver qualquer coisa.

Dos que vieram do Coritiba, alguns tiveram perfil de "estrela", não aceitaram ficar junto com os demais jogadores na "Casa do Atleta", montada especialmente para isso, no centro da cidade, próximo a bares e à faculdade UDC. A informação que eu tenho é que não houve problema de noitadas e festas com este elenco. Mas o fato de outros jogadores ficarem em hotéis de Foz, por não terem gostado das acomodações da "Casa do Atleta", mostrou mais uma vez uma falta de domínio da diretoria para lidar com o temperamento destes atletas. 

Edison Borges garante que isso não foi o fator determinante para os maus resultados dentro de campo. Será mesmo?

Dos males o menor. O Foz FC não estará na Primeira Divisão ano que vem, mas pelo menos não terá que começar na Terceirona, o que seria terrível para o time.

A hora é de repensar nos erros, melhorar os acertos (se é que teve algum) e começar a pensar em 2014. Porque este ano, embora ainda tenha o Paranaense sub-18, ele está praticamente encerrado ao clube da tríplice fronteira.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O gigante acordou

Manifesto na 3ª pista da Av. JK

Foz do Iguaçu está de parabéns hoje. Sinceramente, não acreditei que a movimentação pudesse reunir tantas pessoas em prol de um único objetivo, protestar contra tudo o que há de errado no país. Tive uma grata surpresa, quando vi todo aquele povo em frente ao Terminal de Transporte Urbano.

Apesar do nome até certo ponto engraçado ("Marcha em Apoio à Revolta da Salada"), o manifesto queria dizer muito mais do que isso. Mais do que alguns centavos a mais (ou a menos, no caso de Foz) que são aumentados ou reduzidos na tarifa do transporte urbano. Como li em um editorial hoje, era pelo direito de simplesmente poder protestar. Protestar contra a falta de saúde, educação, gastos absurdos na Copa, transporte de má qualidade...

Não fui no exercício de minha profissão como jornalista. Fui para me juntar a toda aquela gente. Se não chega aos números impressionantes de São Paulo, Rio de Janeiro ou outras capitais, impressiona pelo fato de ser uma cidade do interior, tantas vezes mal vista pela grande mídia, por ser fronteira com o Paraguai e haver problemas existentes de TODAS as fronteiras do país.

Senti uma estranha e prazerosa liberdade, da qual poucas vezes havia presenciado. Não eram só jovens. Eram pessoas de todas as idades. Mães com os filhos, casais de namorados, enfim, todos gritando uníssono pela mesma causa.

"Vem pra rua! Vem pra rua!", "Da Copa eu abro mão, quero mais saúde e educação"

Emociona saber que a mesma atitude era feita ao mesmo tempo em diversas outras cidades. E em Foz do Iguaçu, vale destacar a tranquilidade com que foi realizado o protesto batizado de #mudafoz. Tanto os manifestantes, quanto a Polícia Militar agiram sem violência. A PM até deu uma grande ajuda no trânsito, orientando os motoristas. Sinal de que felizmente a falta de preparo é uma lamentável exceção em algumas corporações, que não deveria existir. Pelo menos até o momento em que fiquei, não ocorreram problemas.

Por alguns instantes, pensei ter voltado a um passado do qual não vivi. A luta pelas "Diretas Já", os manifestos e protestos na mesma Praça Getúlio Vargas, na 3ª pista da Av. JK, onde também aconteceram vários e vários comícios, discursos de políticos que hoje deveriam estar presentes, e se não estavam, certamente ficaram sabendo do que ocorreu. O povo já está cansado e o momento de buscar mudanças é agora, na era da informação e dos meios digitais. Como dizem, #ogiganteacordou!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Pé frio, eu?


 Mick Jagger deu azar na Copa de 2010

Eu encaro a brincadeira do "pé frio" no Estádio do ABC numa boa, tiro onda comigo mesmo, pois numa infeliz coincidência o Foz Futebol Clube dificilmente vence quando estou presente no jogo. 

Claro que tudo, repito, não passa de uma brincadeira.

Tenho pra mim, na minha concepção, que "pé frio" pode também ser conhecido como falta de sorte, azar, sei lá. É quando o time faz tudo direito, tenta de todas as maneiras, só que no final o resultado não sai como o esperado.

O problema é que não dá para dizer que o Foz teve uma "falta de sorte" no jogo de hoje, onde empatou em 1 a 1 com o Roma de Apucarana. A dura realidade é que o time é ruim mesmo. Fraco. E não adianta vir querer iludir o torcedor. A imprensa faz o seu papel, que é informar, e a informação é essa. Passaram-se quatro jogos da primeira fase, de um total de nove, e a impressão que se tem é que o time não evolui.

Arbitragem pode até cometer seus erros, jogadores adversários podem até fazer cera, mas o Foz Futebol Clube não deveria ter nada a ver com isso e simplesmente fazer sua parte, que é jogar futebol.

Nos dois jogos que vi no estádio, apenas o primeiro me agradou, e ainda assim perdeu por 3 a 2 para o Prudentópolis. Hoje, não vi criar NENHUMA jogada de ataque que pudesse levar perigo ao goleiro adversário. O gol de empate saiu em uma cobrança de falta. Ou seja, o time depende de jogadas paradas para ameaçar o adversário. Pouco, muito pouco para quem investiu tanto e fez inúmeras parcerias.

Aliás, sobre estas parcerias começo a me questionar.

A direção do Foz Futebol Clube tinha alguma informação destes jogadores do Coritiba que vieram, sem ser o "boca a boca"? Viram algum vídeo, assistiram algum jogo destes atletas, ou foram somente na teoria de "se é de um time da capital, deve ser bom."? Será mesmo? Se fossem realmente bons, não teriam ficado no chamado "clube grande"?

Hoje o técnico Edison Borges alertou sobre algo que me chamou a atenção. Jogadores que chegam a todo momento, e a rapidez em que coloca para jogar, sem ter tido uma preparação adequada. Estaria havendo um excesso de contratações para um campeonato tão curto? Ao todo, são 21 jogos o máximo que um time pode fazer no Acesso.

O Foz Futebol Clube pode até subir para a Primeira Divisão Paranaense (afinal, no futebol tudo é possível) mas o torcedor vai sofrer bastante com esse time. Milagres nem sempre acontecem, e quando ocorrem, tiveram alguma consequência. A consequência será a melhora dessa equipe, porque do jeito que está, infelizmente deve no máximo passar para a segunda fase. E olhe lá!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Complicada situação paraguaia

 Brasileiros lamentam ausência de Larissa Riquelme

As eliminatórias da Copa do Mundo terminam apenas em outubro/novembro. 

Algumas mais cedo, é verdade. 

Fato é que em dezembro estarão todas as 32 seleções definidas, para o sorteio dos grupos do Mundial a ser realizado no Brasil em 2014.

Fazendo uma análise de momento, em todos os continentes, podemos prever que a próxima Copa estará repleta de países e seleções estreantes.

O que para o esporte é muito bom, embora o nível técnico dos jogos possa cair consideravelmente.

Na América do Sul, a maior tragédia sem dúvida será a ausência do Paraguai no Mundial ao lado de casa.

Sim, o Paraguai que em 2010 na África do Sul esteve muito perto de eliminar os espanhóis, atuais campeões mundiais, nas quartas de final.

Atualmente a seleção Albirroja ocupa a última posição das Eliminatórias Sul-Americanas, com apenas oito pontos.

Está a sete do quinto colocado - a Venezuela - e que hoje iria para a repescagem contra um representante da Ásia.

Restam seis rodadas para terminar as eliminatórias na América do Sul.

Os próximos adversários dos paraguaios são: Chile (casa), Bolívia (casa), Argentina (casa), Venezuela (fora) e Colômbia (casa). 

Na 14ª rodada folga.

Aliás, tem até isso este ano. Por ser país sede, o Brasil não disputa as Eliminatórias e diminuiu um participante na América do Sul.

Nem assim o Paraguai consegue ir bem.

O que teria mudado tanto, em poucos anos?

Fazendo uma comparação entre a escalação base de três anos atrás, na Copa na África, para o jogo diante do Equador, onde foi goleado por 4 a 1, percebe-se que apenas Paulo da Silva e Valdez estavam no Mundial e continuam no time, agora treinado por outro Gerardo, o Peluzzo.

Após Gerardo Martino, passaram Arce (ex-jogador de Grêmio e Palmeiras) e agora Peluzzo.

Houve, de fato, uma renovação no time e comissão técnica, mas isso não refletiu em bons resultados dentro de campo.

Matematicamente ainda há esperança aos torcedores do vizinho país, mas não será nem um pouco fácil.

Depois de conviver com a brincadeira, quase ditado no Brasil, de que cavalo paraguaio é aquele que larga na frente e perde força depois, agora a seleção Albirroja deve inverter essa situação, e ser um cavalo paraguaio ao contrário.

terça-feira, 26 de março de 2013

Regulamento do Acesso definido



Na semana passada a Federação Paranaense de Futebol definiu em arbitral o regulamento e tabela da primeira rodada da Divisão de Acesso 2013.

Assim como em anos anteriores, o Foz Futebol Clube vai estrear em casa, no Estádio do ABC, contra o Prudentópolis (ex-Serrano), no dia 26 de maio.

Ainda disputam a Segunda Divisão estadual as equipes do Cincão (Londrina), PSTC (Londrina), Junior Team (Londrina), Grêmio Maringá, Metropolitano (Maringá), Roma de Apucarana, Colorado e Francisco Beltrão.

Felizmente os dirigentes mudaram o terrível regulamento anterior.

Agora, as dez equipes jogam entre si em turno único, com os dois últimos sendo rebaixados para a Terceira Divisão Paranaense e os seis primeiros se classificando para a segunda fase. Na segunda fase, as equipes voltam a jogar entre si, desta vez em turno e returno. Os dois primeiros colocados estarão classificados para a Primeira Divisão de 2014, decidindo o título do Acesso em jogos de ida e volta. 

Sobre o regulamento criado em 2011, e que precisou durar também em 2012 por conta do Estatuto do Torcedor, escrevi aqui.

Resumidamente era assim. As equipes se enfrentavam em dois turnos, com pontuações distintas. Se uma mesma equipe ganhasse os dois turnos, era campeão, subindo com a segunda melhor equipe na soma geral dos dois turnos. 

Caso duas equipes diferentes fossem campeãs de cada turno, aí teríamos cruzamento olímpico, com 1º x 4º e 2º x 3º para definir os finalistas.

Isso fez com que na última rodada do segundo turno em 2011 fosse mais negócio o Toledo torcer por um título do Londrina também no segundo turno, pois como o Toledo era segundo colocado no Geral, garantido, não precisaria enfrentar dois jogos de semifinal.

Mas no final, deu encrenca no TJD com o número de cartões amarelos do Foz FC, e Londrina e Toledo acabaram subindo mesmo (de onde não mais saíram da Primeira Divisão).

Que o mesmo possa acontecer com o Foz Futebol Clube, a partir do ano que vem.

1ª Rodada Divisão de Acesso 2013 (26/05)
Foz FC x Prudentópolis
Junior Team x PSTC
Colorado x Grêmio Maringá
Cincão x Roma Apucarana
Metropolitano x Francisco Beltrão
 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Falta assinar



A diretoria do Foz do Iguaçu Futebol Clube está muito próxima de fechar a parceria, por três anos, com o Coritiba.

Nesta segunda-feira (11), o clube da capital do estado enviou a minuta do contrato ao time da tríplice fronteira.

Falta apenas assinar.

Pelo acordo, o "Coxa" irá ceder jogadores das categorias de base, além de atletas do time profissional, que não são utilizados no time principal.

Além disso, a comissão técnica do "Azulão da Fronteira" terá representantes do Coritiba atuando e orientando os trabalhos.

Não significa necessariamente que terão a autonomia de um treinador.

Conforme já escrevi aqui, Ivan Carlos Alves tem boas chances de ser o técnico na Divisão de Acesso. 

Em uma das cláusulas do contrato, há a exigência de um seguro, para caso ocorra algo com os jogadores cedidos, o Coritiba possa ser ressarcido.

A quantia não é pouca, cerca de R$ 2 milhões.

O valor seria pago pela seguradora, e não pelo Foz Futebol Clube.

Desde que acompanho o Foz, em 2008, essa é a primeira vez que vejo uma preparação de temporada com foco mais profissional.

Uma mostra de que a diretoria não medirá esforços para classificar o time à Primeira Divisão em 2014, ano do Centenário de Foz do Iguaçu.

sexta-feira, 8 de março de 2013

A difícil decisão de parar

Anderson (esq) ao lado de Falcão


Certamente se pudesse, Anderson Andrade gostaria de prorrogar este momento, o da despedida das quadras. Foram praticamente duas décadas dedicadas ao futsal, onde as maiores conquistas foram realizadas no Foz Futsal, campeão paranaense em 1996, 97 e 2001. Depois vieram convocações para a seleção brasileira, times do exterior, projeção nacional e mundial.

O momento de parar chegou. Agora, Anderson tem uma nova rotina, como secretário municipal de Esportes de Foz do Iguaçu, cidade onde não nasceu, mas escolheu morar. Continua participando de alguns jogos, amistosamente. E nesta sexta-feira (8), estará presente em mais um.

A partir das 20h, no Ginásio Costa Cavalcanti, vai receber os amigos do tempo do Foz Futsal, de apelido “Máquina Mortífera”. Jogará ao lado de Juruna, Giuliano (atual técnico do time iguaçuense), Rudnei, Macarrão, Toninho Japonês, Cabelo, Luizinho Bradesco, Marinho e Giovani Radaelli. O adversário? A Seleção Brasileira Masters, com as presenças de Waguinho, Danilo, Choco, Fininho, Ortiz, Vander, Douglas e Serginho, todos campeões mundiais de 1996, em Barcelona.

Os ingressos para o amistoso custam R$ 10. Estudantes, com apresentação de documento, pagam R$ 5. Pessoas a partir de 65 anos, estão isentas de pagar. Os pontos de venda são Panorama Materiais de Construção (Av. JK, Morumbi e República Argentina), Paulista Esportes, Mundo do Futebol (Shopping e Av. Brasil), Loumar Turismo (Shopping e Av. Brasil), Difoz Escapamentos (Av. JK), Dourado Pesca e Esporte, Livraria Evangélica Fonte de Vida e Ginásio Costa Cavalcanti.

Texto originalmente postado no portal Clickfoz. 

Foto: Willbur Souza

quarta-feira, 6 de março de 2013

Projeto deve continuar

 Equipe de vôlei de Foz do Iguaçu

No último domingo, Foz do Iguaçu encerrou sua participação na Superliga B de Vôlei Masculino.

Em 12 jogos, teve três vitórias e nove derrotas.

De fato, a campanha não foi das melhores.

Mas o time foi montado às pressas, e já se esperavam dificuldades.

Mesmo assim, conseguiu ficar à frente de São Caetano (SP), que teve uma vitória a menos e terminou o grupo B em quarto e último lugar.

A última rodada da fase classificatória, disputada em Foz do Iguaçu, teve vitórias de Foz sobre o São Caetano (3 sets a 1, de virada) e a mais impressionante, 3 sets a 0 contra um dos líderes do grupo, Olympico (MG). Na última partida da rodada, perdeu para o São José (SP), por 3 sets a 0.

O projeto é de médio e longo prazo, e o time deverá participar novamente da Superliga B em 2014. Até lá, tem campeonatos estaduais, Jogos Abertos do Paraná, enfim, ainda tem uma temporada para se disputar.

E que nesse período, o público possa entender a importância de a cidade ter um time competitivo em uma outra modalidade, que não o futebol ou futsal.
Foto: Agência Municipal de Notícias

domingo, 3 de março de 2013

ADI eliminada da Copa do Brasil de Futebol Feminino

ADI (azul) está fora da Copa do Brasil


A ADI, Associação Desportiva Iguaçuense, está eliminada da Copa do Brasil de Futebol Feminino. 

Na tarde do último sábado (2), empatou em 0 a 0 com o Duque de Caxias (RJ), no estádio Pedro Basso, em Foz do Iguaçu.

O resultado não serviu para o time treinado por Gezi Damaceno, já que perdera na partida de ida das oitavas de final por 3 a 0.

Precisava, no mínimo, devolver o mesmo placar para levar a decisão aos pênaltis, ou vencer por quatro gols de diferença para avançar diretamente.

Pesou para a equipe campeã em 2011 o fato de não poder contar com as atletas Daiane Moretti - destaque do time e presença frequente na seleção brasileira - e Kátia Cilene, ambas machucadas.

É a primeira vez que o time de Foz cai antes das quartas de final do torneio nacional.

Mais uma vez o algoz foi o Duque de Caxias, campeão em 2010 em cima do clube da tríplice fronteira.

Agora, a ADI ficará um longo período sem torneios oficiais, já que o Paranaense só começa no segundo semestre.

Até lá, o time deverá participar de torneios amistosos, sendo um deles na Colômbia, quando recebeu o convite do Formas Íntimas-COL, ainda na Libertadores de 2012, em Pernambuco.

Resta saber se a comissão técnica conseguirá manter todo o elenco durante essa "pausa" no calendário da temporada.